Danilo Gentili fez uma revelação: ele está preparando um documentário! Mas não é um documentário qualquer, ou um que contará sobre sua vida. É um documentário mostrando a realidade que acontece hoje em dia em grande parte do jornalismo no Brasil. O documentário segundo ele, vai se chamar: "O limite do humor" e para isso, ele já começou a coletar muito material por aí.

Na última semana, o que aconteceu com ele foi mais um caso desses. Em um vídeo que já conta com mais de 100 mil visualizações, Danilo inicia explicando que está coletando esse material e que a ideia desse documentário, é mostrar que a imprensa, ao invés de cumprir seu papel de agente de informação, acaba sendo militante:
"...o jornalista hoje, ao invés de passar a informação, apurar os fatos e "passar" os fatos, ele fica militando por seu partido, por sua ideologia pra convencer a população da verdade que ele quer, muitas vezes, construir só pra fazer propaganda ideológica." — conta Danilo.
"As vezes nem é verdade, mas o jornalista hoje no Brasil, ajuda uma mentira a virar verdade se isso for positivo pra propaganda do partido, do político que ele venera. O documentário é sobre isso porque até os humoristas estão nessa mira, como eu sou humorista e desde o início essa perguntinha: "Qual é o limite do humor?" intimida toda minha classe, eu tô fazendo um documentário sobre isso..."
"As vezes nem é verdade, mas o jornalista hoje no Brasil, ajuda uma mentira a virar verdade se isso for positivo pra propaganda do partido, do político que ele venera. O documentário é sobre isso porque até os humoristas estão nessa mira, como eu sou humorista e desde o início essa perguntinha: "Qual é o limite do humor?" intimida toda minha classe, eu tô fazendo um documentário sobre isso..."
Ele continua revelando o caso mais recente, que foi quando grupos feministas, dizendo representar todas as mulheres do país, subiram a tag #CalaBocaGentili no twitter, o que fez os jornalistas militantes, mais uma vez, entrarem em ação.
Danilo explicou o que aconteceu antes de tudo. Ele percebeu que muitos desses jornalistas estavam entrando em contradição com o discurso de alguns anos atrás. Danilo contou que nas últimas eleições pra presidente, o discurso das feministas e o da imprensa era o da sororidade. Que, entre outras coisas, para não ser machista, era necessário votar em uma mulher para que mais mulheres estejam no poder, independente de suas propostas:
Percebendo que nessas eleições contudo, o candidato das feministas era ou Ciro Gomes, ou Fernando Haddad ao invés de Marina Silva, que é uma mulher, Danilo então decidiu postar o seguinte:


Percebendo que nessas eleições contudo, o candidato das feministas era ou Ciro Gomes, ou Fernando Haddad ao invés de Marina Silva, que é uma mulher, Danilo então decidiu postar o seguinte:
Prova que o movimento feminista NUNCA foi algo pelo “empoderamento” feminino e é só massinha de manobrinha: Ao invés de votarem na @MarinaSilva - uma mulher - estão se mobilizando entre Ciro e Haddad.— Danilo Gentili (@DaniloGentili) 13 de setembro de 2018
Por quê?
Porque um líder macho hetero branco esquerdista assim ordenou.
Essa pequena constatação fez com que robôs e grupos feministas, dizendo representar todas as mulheres, subissem a tag #CalaBocaGentili. Logo então a imprensa noticiou que esse fato foi espontâneo, dizendo que foi a internet inteira (opinião pública da maioria) e não apenas os militantes. O problema é que, logo em seguida, para provar que não foi bem assim, a tag #FalaMaisGentili também subiu no Twitter em 1º lugar. Entretanto, nenhuma matéria foi feita sobre isso.
Assista ao vídeo de Danilo:
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