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07/12/2018

Pela primeira vez no mundo, onça-parda branca rara é vista no Brasil

Florestas mágicas têm unicórnios. Florestas brasileiras da vida real têm onças brancas. Pesquisadores do ICMBio flagraram no Parque Nacional da Serra dos Órgãos o primeiro registro do mundo de uma onça branca. Até agora apenas tigres e leões brancos eram conhecidos.

A onça branca é uma parda ou suçuarana (Puma concolor), cuja pelagem normalmente é avermelhada. O animal foi avistado apenas uma vez, em 2013, nas imediações de Petrópolis. Mas a bióloga Cecília Cronemberger, que liderou o estudo, explica que a imagem só foi apresentada agora porque os pesquisadores esperaram a publicação numa revista científica, a “CatNews”, para divulga-la. Postada nas redes sociais pelo autor da foto, o biólogo Lucas Gonçalves, a imagem rapidamente viralizou.


Cronenberger explica que não se trata de albinismo, quando todo o animal é branco e pode haver complicações de saúde. É um caso de leucismo, quando apenas a pelagem é branca devido a uma alteração genética. É o equivalente branco do melanismo que faz com que as onças e leopardos sejam negros —  na verdade, as pintas continuam visíveis sob a pelagem escura.  A onça branca, um macho jovem, segundo a pesquisadora, parecia ser bastante saudável.

O achado faz parte do Projeto Monitora, que acompanha com armadilhas fotográficas e estudos de campo, a fauna da do Parnaso. O trabalho existe desde 2010, mas está parado há dois anos por falta de recursos.

O misterioso macho branco nunca mais foi visto, mas Cronemberger, diz que não há motivo para achar que tenha morrido:

— Onças são animais naturalmente ariscos e os machos jovens, como ele, se deslocam grandes distâncias em busca de território.

A onça branca, uma das mais fantásticas criaturas já avistadas, pode estar em algum lugar nos últimos fragmentos da Mata Atlântica que resistem no Brasil.

Conheça mais sobre essa espécie

A onça-parda (Puma concolor) ou suçuarana também é chamada de onça-vermelha ou leão-baio. Poucos animais são mais fofos do que os filhotes, que nascem pintados e muito felpudos. Ao crescer, essas onças se tornam esguias e ágeis.  Um macho adulto pode pesar até 70 quilos e medir 80 centímetros de altura nos ombros e ao redor de 2, 5 metros do focinho à ponta da cauda. Esse tamanho, porém, raramente é observado em animais da Mata Atlântica, que são menores, do tamanho de um pastor alemão. As fêmeas não passam de 50 quilos.

As suçuaranas são animais ariscos, temem o ser humano. Só ataca o ser humano se for acuada ou ficar em pânico. Respeitada a distância, não há problema. E manter onças distantes tampouco é difícil. Elas se assustam com facilidade. Não gostam de luzes e menos ainda de sons fortes, como os de fogos e buzinas. Apitos, rádio e TV em som alto já costumam ter efeito.

 Só existe um registro no Brasil de ataque de onça-parda a pessoas, em Carajás, há mais de 30 anos e mesmo assim porque havia lixo espalhado por um ajuntamento humano cercado por densa floresta amazônica.

Ouvir uma onça também é para poucos. E não espere um rugido. O famoso esturro, trovão das matas dos tupis, é a voz das onças-pintadas. A suçuarana mia como um gatinho.

Fonte: O Globo

12/10/2018

Como o camaleão consegue mudar de cor? A ciência explica

O bicho consegue controlar a movimentação de pigmentos que dão cores às células de sua pele. Assim como outros animais (rãs, polvos, lulas, vários insetos e outros lagartos), o camaleão possui a capacidade de imitar a cor do ambiente para se confundir com ele. 

Essa característica de camuflagem tem diversas funções e varia de acordo com o bicho e com o meio no qual ele vive. No caso do camaleão, a mudança de cor pode ser uma estratégia de caça ou de defesa. Ao assumir a cor do local onde se encontra – por exemplo, a da folhagem, do galho ou do tronco de uma árvore – o camaleão tenta se camuflar para capturar insetos com sua longa língua ou fugir de seus predadores, como cobras, aves de rapina ou pequenos felinos. 

“Dependendo da espécie de camaleão, as cores que ele pode assumir variam muito, como tons de verde, rosa, azul, amarelo, vermelho, marrom e preto”, afirma a bióloga Maria Aparecida Visconti, da Universidade de São Paulo (USP). 


Você pode estar se perguntando: como o camaleão, que não é nenhum Einstein, consegue sempre acertar a cor da camuflagem? Na verdade, é um processo involuntário. O cérebro do camaleão recebe a luz que incide na retina, compara essa luminosidade com a luz refletida no ambiente e libera hormônios para as células da pele, fazendo com que elas assumam a cor do ambiente em segundos (no máximo, em minutos). Graças a essa habilidade, o bicho não fica rosa na folhagem marrom.


Lance de pele: células com pigmentos são o segredo dessa aquarela animal

1. O camaleão muda de cor quando se sente ameaçado por um predador ou quando está caçando. A alteração é regulada por hormônios produzidos pela hipófise, uma glândula na base do cérebro, e chegam às células da pele por meio da circulação sanguínea

2. As células que dão cor ao bicho são chamadas de cromatóforos. Cada cromatóforo tem pigmentos de uma cor diferente – um camaleão possui cromatóforos com pigmentos de várias cores. No nosso exemplo, o bicho está passando de um tom amarronzado para um amarelado

3. No tom amarronzado, os pigmentos dessa cor e suas “parentes”, como o vermelho, estão espalhados por toda a área de seus cromatóforos. Já os pigmentos de cores diferentes (como cinza e amarelo), ficam agrupados nos núcleos de seus cromatóforos, “sumindo” aos olhos do predador

4. No tom amarelado, ocorre o inverso: os pigmentos de cores claras (amarelo e cinza) ficam espalhados nos cromatóforos, enquanto os de cores escuras ficam concentrados. Para quem vê o camaleão nessa situação, a cor do bicho é um tom entre o marrom e o vermelho

08/09/2018

Ararinha azul que foi divulgada como extinta ainda existe e ganha refúgio e proteção no interior da Bahia

Existe atualmente, um plano em ação. Um plano em prol da natureza! O objetivo desse plano, é desenvolver um programa para reintroduzir essas aves na natureza. Atualmente, elas só existem em cativeiro. Elas são uma raridade. Desde o ano 2000, não se tem registro confirmado de ararinha azul, livre na natureza, em nenhuma parte do mundo. Só em cativeiro: na Alemanha, em Singapura e no Brasil. Estamos falando dela, da Ararinha Azul.


“Ela é um símbolo de uma espécie que foi possivelmente extinta por causa do tráfico de animais silvestres para suprir um mercado internacional de colecionadores de uma espécie rara”, explicou Camile Lugarini, coordenadora do projeto Ararinha na Natureza. 



São apenas 11 no país, que ficam num criadouro, no interior de Minas Gerais. Para entrar no recinto, é preciso roupa higienizada. Do laboratório, os veterinários acompanham a rotina de um casal pelas câmeras e a boa notícia está na chocadeira.



O teste mostra o embrião dentro do ovo. A parte mais escura, bem no meio, era uma nova ararinha começando a se formar. Só que o desenvolvimento não tem passado desta fase. Mas o comportamento do casal anima os pesquisadores.


“No momento da postura desse ovo, a fêmea está no ninho, o macho fora do ninho, acompanhando, fazendo como se fosse uma vigília e ele entra para dentro do ninho, acompanha a fêmea durante a postura. Então, essas características que mostram que o casal está mais entrosado, aumentam muito as nossas chances de sucesso reprodutivo”, explica um especialista.

A reprodução da ararinha azul é um grande desafio porque é uma espécie romântica. Cada uma escolhe seu par e o casamento, normalmente, dura a vida inteira. Mas, tem um grande problema, elas são poucas. E muitas, são parentes. Nesses casos, mesmo quando põem ovos, é bem difícil os filhotes nascerem.

Agora os pesquisadores esperam vencer o risco de extinção. Outros quatro casais também estão sendo acompanhados. Recebem tratamento especial de saúde e alimentação reforçada.

“Colocamos mistura de sementes e, além disso, adicionamos cálcio, que ela vai botar um ovo e o ovo precisa de cálcio”, explica o veterinário Marcos Vinícius Romero Marques.

A expectativa é que os filhotes possam viver livres num refúgio de vida silvestre, em um local de preservação ambiental, criado numa área de vegetação de caatinga, no sertão da Bahia.

“Elas vão reproduzir e os filhotes delas é que vão ser soltos na natureza. Eles vão voltar para a natureza, para sua casa que é a caatinga baiana. Vão fazer companhia às maracanãs e outras araras da região”, diz Camile Lugarini.

Fonte: G1

06/06/2018

Afinal de contas, os pinguins têm joelhos?


Dá só uma olhada para a imagem acima e responda rápido: os pinguins têm joelhos?

Se você se deixou levar por essas pernas curtinhas e respondeu “não”, saiba que você está completamente enganado. Agora, se você sempre desconfiou daqueles passinhos calmos e mansos dessas aves e respondeu “sim”, parabéns!


Bem amigos, a verdade é que os nossos amigos pinguins não só têm joelhos como também têm pernas relativamente compridas, só que elas ficam invisíveis sobre as penas do animal. Confira os detalhes de um esqueleto de pinguim e repare que sua perna é formada por fêmur, joelho, tíbia e fíbula.

A equipe do New England Aquarium também divulgou o raio-X de um de seus animais, que nos mostra claramente as pernas e os joelhos do pinguim cobertos pelo corpo.





15/05/2018

Morre Negão, o cão que esperou dono durante anos na frente do hospital em Balneário Camboriú, SC

O cãozinho que viveu dois anos na porta de um hospital à espera do dono que morreu, foi atropelado na manhã desta terça-feira, 15, e não resistiu aos ferimentos. Negão Cardoso, como foi batizado, morava no pátio do Hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, desde que seu companheiro, um catador de papelão, fora atropelado nas ruas da cidade, em 2016.

Quando os socorristas chegaram ao local para socorrer o dono, Negão foi correndo ao lado do veículo até o hospital. Ficou sentado na entrada do pronto-socorro, certo de que o amigo estava lá dentro. O catador de papelão não resistiu, e não houve despedida.

As enfermeiras se arrependem de não terem permitido que o cão visse o dono morto. Pois o negão ficou durante anos na esperança de reencontrar seu amigo. A esposa do do dono de Negão tentou levá-lo para casa, porém o cachorro continuou fugindo para o hospital, atrás do dono. Foi então ONG Viva Bicho soube do caso e amparou o animal.  “Estive no hospital e soube, aí levamos casinha, coberta, ração. O hospital permitiu. Um vez por semana, levávamos para banho. Todo mundo conhecia ele” explicou Beatriz Machado, fundadora da ONG Viva Bicho, que prestava assistência ao cãozinho.


Desde o acidente com o dono, o cão vivia no grande pátio do hospital, e era celebrado por profissionais de saúde do local. Uma vez, tentaram adotá-lo, mas o animal acabou fechado em uma garagem e fugiu de volta para o Ruth Cardoso.

Segundo Beatriz, Negão estava no estacionamento quando foi atingido por um motorista. “Me ligaram cedo que ele tinha sido atropelado no hospital. Saí correndo para socorrer e levar ao veterinário. No caminho, me avisaram que ele tinha morrido. Ai, é um desespero. Ele era muito lindo, era uma história muito triste que tinha por trás da dele” destacou Beatriz, emocionada. “Põe lealdade nisso. Agora eles vão se encontrar.”

27/12/2017

Saiba como proteger o seu cãozinho dos fogos de artifício com o truque do pano

Com as festas que chegam juntamente com o fim do ano, surgem os famosos fogos de artifício. Na virada do ano, por exemplo, eles são responsáveis por um belíssimo espetáculo colorido no céu.

Porém, ainda que eles encham os olhos de muita gente, os ouvidos dos cachorros são bombardeados. Geralmente os pets costumam ficar agitados e extremamente assustados quando os fogos começam.

Mas saiba que há um jeito de amenizar o sofrimento do seu cãozinho de uma maneira muito simples. A técnica, desenvolvida por Linda Tellington-Jones, uma famosa adestradora canadense, que consiste em atar o cão com um pano para que a circulação sanguínea do corpo seja estimulada, e assim, amenizar as tensões e diminuir a irritabilidade.


Como fazer? É muito simples! Utilizando uma faixa de um tecido macio e firme, amarre o cachorro de modo que a faixa abrigue o peito e o dorso, e finalize dando um nó na região da coluna.


Por que funciona? A pressão exercida sobre o corpo do animal faz com que seu psique e tronco entrem em harmonia, causando a sensação de segurança e deixando o cão menos agitado. O efeito pode variar em cada cachorro, dependendo do nível de fobia que ele possui.


Com essa dica, espera-se que boa parte dos cãezinhos fique mais tranquila e todos possam comemorar felizes com o espetáculo dos fogos nas festas de fim de ano!

E aí, seu cãozinho ficou mais tranquilo? Compartilhe com a galera sua experiência nos comentários e escolha uma das redes sociais abaixo para compartilhar essa matéria se de alguma forma ela te ajudou.


07/11/2017

Pinguim se envolve em confronto sangrento depois de encontrar fêmea com “amante”

Um trecho de um documentário da National Geographic viralizou nas redes sociais ao mostrar uma violenta briga entre dois pinguins. O motivo? Ciúmes.

O vídeo exibe o confronto sangrento iniciado por um pinguim macho que, ao retornar para o ninho após um ano, encontra sua parceira com um "amante".

A época de reprodução dos pinguins acontece em meados de outubro. "76% dos pinguins se acasalam com o mesmo parceiro durante toda a vida", explica a jornalista Delaney Chambers, da National Geographic.


"A fêmea só se acasala com outro quando seu parceiro morre; são raros os casos em que isso acontece quando o macho ainda está vivo", acrescenta. As imagens mostram que, ao se deparar com o amante instalado em seu ninho, o macho dá início ao confronto.

Pouco a pouco, a luta começa a ganhar contornos violentos. Os pinguins usam as asas e os bicos como armas. Diferentemente de muitas aves, que têm ossos ocos nas asas, os dos pinguins são sólidos. Além disso, esses animais têm bastante força nos bicos, usados para cavar o chão.

"As asas dessas aves, como não voam, são muito fortes e podem causar grande dano. Eles podem golpear até oito vezes por segundo", explica Delaney.


Depois de alguns minutos, os machos interrompem a briga e chamam a fêmea para solucionar o impasse.

Ela decide, então, ficar com o "amante". Resta ao marido abandonar o local.

Mas ele não se dá por vencido e segue o casal até o ninho. Ali a batalha recomeça, e fica cada vez mais violenta.

"Finalmente, a fêmea sai do ninho e opta novamente pelo amante. O marido percebe que não há outra alternativa senão deixar o ninho e buscar outro local para passar a época de acasalamento", descreve o narrador do documentário.

Confira o vídeo:


E você, o que achou? Deixe sua opinião nos comentários e escolha uma das redes sociais abaixo para compartilhar com seus amigos.

Fonte: BBC

16/10/2017

Cão mais inteligente do mundo compreende 1.022 palavras e sabe até gramática

Considerada o cão mais inteligente do mundo, Chaser, uma border collie que vive na Carolina do Sul, EUA, com seu dono, o psicólogo John Pilley, recebeu o título por comprovadamente ser capaz de distinguir mais de 1 mil palavras diferentes e ter até noções de gramática.


Chaser foi adquirida por Pilley ainda filhote para que o pesquisador realizasse séries de estudos científicos sobre inteligência canina. A convivência e os testes demonstraram, então, que a cadela era capaz de entender um número de palavras que superava em até 400% a do então recordista, um cão alemão chamado Rico, também da raça border collie.


Cachorros da raça border collies são energéticos e adoram brincar com seus donos e, para serem compensados com jogos e entretenimento que tanto amam, são capazes de tudo. Inclusive, como indicam os estudos, aprender a se comunicar com humanos.

Uma publicação compartilhada por Chaser the BC (@chaserthebordercollie) em

O treinamento de Chaser começou com cinco horas diárias, quando ela ainda era filhote: ela era orientada a buscar brinquedos de forma aleatória, segundo comandos de voz. O avanço dos testes fez com que Pilley, em seguida, passasse a pedir os objetos pelo nome de cada um.

Além de reconhece as coisas pelos seus nomes, ou seja, compreender palavras, a cadela ainda é capaz de atender às ordens do dono, como o que deve fazer ao pegar determinado brinquedo, indicando entendimento de gramática.


Para que fosse considerada a mais inteligente do mundo, Chaser precisou passar por mais de 800 testes. As séries de experimentos permitiram que Pilley concluísse que a cadela tinha a mesma capacidade de aprender que uma criança de cerca de 1 ano e meio.

Fonte: Terra

07/08/2017

Panda esperta fingiu gravidez para obter regalias, segundo pesquisadores

Pesquisadores de um centro chinês de pesquisa e reprodução em cativeiro de pandas gigantes chegaram à conclusão de que os animais podem fingir uma gestação para ganhar mais comida.

Um 'golpe' dado pela fêmea Ai Hin, de seis anos, ajudou os cientistas a sacarem a estratégia, descoberta de maneira bem frustrante: o nascimento de seus supostos bebês seria transmitido ao vivo para o mundo todo, pela primeira vez na história do centro de pesquisa Chengdu, mas todos os sinais orgânicos que Ai Hin apresentava em decorrência da gravidez simplesmente desapareceram, conforme reportagem do "The Guardian".

Na realidade, a panda só queria mesmo mais atenção e, principalmente, a comida extra dada às gestantes. 

"Seu comportamento e índices fisiológicos retornaram ao normal", informou a agência chinesa de notícias Xinhua. Segundo especialistas que a agência ouviu, Ai Hin teve uma "gravidez fantasma".


O centro Chengdu, localizado na província Sichuan, no sudoeste da China, costuma transferir as pandas que mostram sinais de gravidez para quartos individuais, com ar condicionado e cuidados intensivos.

"Elas também recebem mais pão, frutas e bambu. Então, algumas pandas espertas têm usado isso em seu benefício, para melhorar sua qualidade de vida", disse o pesquisador Wu Kongju.

Acredita-se que a gravidez psicológica seja comum entre pandas gigantes, espécie em risco de extinção. Muitas fêmeas continuaram a apresentar comportamento de estado gestacional após perceber a diferença no tratamento oferecido.

Ai Hin, por exemplo, mostrou redução no apetite, menos mobilidade e aumento nos hormônios quando sua 'gravidez' foi detectada. Quando tudo voltou ao normal, a farsa veio à tona.

Originários da região montanhosa do sudoeste chinês, os pandas gigantes têm baixo índice reprodutivo e são vítimas da pressão causada por fatores como a perda de seu habitat natural.

A China tem cerca de 1.600 pandas na natureza e outros 300 em cativeiro.

"Somente 24% das fêmeas em cativeiro dão à luz, o que coloca a sobrevivência da espécie em séria ameaça", informou a Xinhua.

Fonte: UOL
 
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