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17/01/2019

O “Desafio dos 10 anos” é na verdade uma armadilha, segundo especialista

A brincadeira do momento na internet é postar uma comparação de uma foto atual com uma de dez anos atrás. Apesar de parecer algo inofensivo, há quem diga que o desafio#10yearschallenge não é tão inocente assim.


A especialista em tecnologia e empreendedora Kate O’Neill, por exemplo, acredita que a brincadeira é uma forma das empresas coletarem dados para treinar algoritmos de reconhecimento facial.

– Eu há dez anos: provavelmente teria entrado na brincadeira e postado minhas fotos no Facebook e Instagram. Eu hoje: penso em como todos essas dados podem ser usados para treinar algoritmos de reconhecimento facial a reconhecer o envelhecimento e sua progressão – escreveu O’Neill no Twitter.


Algumas pessoas criticaram a especialista, afirmando que tais fotos já estavam publicadas nas redes. Quem defende a tese argumenta que, ainda assim, o desafio ajudaria as empresas a terem uma base de dados mais rigorosa e organizada.

Em artigo à revista Wired, Kate explicou que estava apenas levantando uma possibilidade.

– Eu sei que esse cenário é muito plausível e um indicativo de uma tendência sobre a qual as pessoas deveriam estar cientes.

Ela ainda ressaltou que, mesmo o caso sendo verdadeiro, não é algo necessariamente ruim.

– Ainda assim, a conclusão mais importante aqui é que precisamos abordar nossas interações com a tecnologia com atenção aos dados que geramos e como eles podem ser usados em escala.

A partir de uma visão positiva, podemos considerar que a tecnologia de reconhecimento facial e progressão de idade ajudaria a encontrar crianças desaparecidas, por exemplo. 

Já um possível resultado negativo seria que a capacidade de identificar o envelhecimento poderia ser usada por empresas do setor de saúde e seguros para vender serviços, aponta a profissional.

Fonte: Pleno.news

07/10/2018

TSE desenvolve aplicativo para iOS e Android para acompanhar o resultado das eleições em tempo real

Para o acompanhamento do resultado das eleições 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou seu aplicativo oficial chamado “Resultados”, que fornece a apuração dos votos em tempo real, assim como informações de desempenho separadas por candidato, cargo e cidade.

Vale lembrar que, apesar de ser possível votar somente até as 17 horas, a apuração nacional (como a de presidente) começa somente às 19 horas, uma vez que alguns estados possuem um fuso horário diferente do oficial de Brasília. O resultado dos demais pleitos começa a ser divulgado assim que a remessa de informação for coletada, logo após as 17 horas do horário local.


Antes do início das apuração, você pode favoritar seus candidatos, colocando seus nomes na aba Favorito para receber as informações em separado. O app promete atualizações “minuto a minuto” contudo, deve receber novas informações em um intervalo de 10 minutos, caso opere da mesma forma que nos anos anteriores.

O aplicativo gratuito é compatível com tablets e smartphones e está disponível para download em ambas as plataformas, escolha a sua e clique para baixar: Android ou iOS (Apple).

29/09/2018

O hacker que prometeu deletar página oficial de Mark Zuckerberg no Facebook mas arregou e voltou atrás

Um hacker taiwanês, que atende pelo nome de Chang Chi-yuan, tinha anunciado que iria deletar a página do Facebook de Mark Zuckerberg. O problema é que ele arregou.

O “evento” estava marcado para acontecer no domingo (30), a partir das 7h da manhã (horário de Brasília), através da própria página do hacker, supondo que o Facebook não faria nada para impedi-lo.


De acordo com o Bloomberg, Chang, de 24 anos, é um hacker “white hat”, ou seja, alguém que expõe falhas em sites e softwares para ajudar a melhorá-los, seja de graça ou em troca de recompensas. Ele é consideravelmente famoso em Taiwan, onde até mesmo participou de programas de TV para falar sobre seus feitos.

Apesar disso, Chang afirma que não faz este tipo de coisa por gostar de ser hacker. “Eu apenas sou entediado e tento mexer nas coisas para ganhar algum dinheiro”, explicou em uma postagem.

Desistiu...

O que para muitos seria um grande espetáculo, algumas horas depois da publicação, virou frutração. O jovem voltou atrás e desistiu do show. Ele explicou que não vai mais realizar a transmissão ao vivo e que informou o Facebook sobre o problema.

Ele prometeu apresentar uma prova da falha encontrada quando for pago. “Estou cancelando a transmissão ao vivo. Eu reportei o bug ao Facebook e vou mostrar uma prova quando receber a recompensa”, afirmou. Os comentários negativos foram tantos que ele acabou apagando sua página (com vergonha talvez?)

O Facebook foi procurado pela imprensa, mas não se posicionou publicamente a respeito da situação.

Outras vezes aconteceu

A página de Zuckerberg já foi hackeada outra vez, em 2011, quando um hacker conseguiu fazer uma postagem usando a conta do criador do Facebook.

Fonte: The Verge

28/09/2018

Facebook revela que foi hackeado e cerca de 50 milhões de contas foram afetadas

O Facebook anunciou nesta sexta-feira, 28, uma falha de segurança que afetou 50 milhões de contas na rede social, e que teve uma consequência curiosa: aproximadamente 90 milhões de pessoas precisaram refazer o login no Facebook nesta sexta.

A empresa explica que a falha foi descoberta na última terça-feira, dia 25, e tem sido investigada desde então. Os cibercriminosos exploraram uma falha no recurso “Ver Como” da rede social, que permite ao usuário visualizar como fica o seu perfil para desconhecidos, amigos de amigos ou amigos da rede social.

Segundo o Facebook, uma vulnerabilidade do código na rede social permitiu que esse recurso fosse usado para roubar tokens de acesso às contas. Os tokens são chaves digitais que permitem que os usuários se mantenham logados na rede social sem precisar digitar sua senha todas as vezes que acessam o site ou aplicativo. Usando esses dados, os hackers podem ter acessado indevidamente as contas de vários usuários, sem precisar descobrir a senha.


O comunicado da falha diz que o Facebook tem certeza que 50 milhões de contas foram afetadas. Os tokens dessas contas foram todos invalidados, o que, na prática, fez com que estes usuários precisassem refazer seus logins para se conectar à rede social. Por precaução, o Facebook também invalidou os tokens de outras 40 milhões de contas que usaram o “Ver Como” no último ano, mesmo sem evidências de ataque; essas pessoas também precisaram refazer seus logins nesta sexta-feira. No total, são 90 milhões de usuários que foram desconectados da plataforma.

A falha é grave especialmente porque ela não afeta apenas as contas do Facebook. Isso porque muita gente usa o Facebook para se conectar a outros aplicativos. Com uma falha dessas, também seria possível acessar outros serviços que o usuário tenha vinculado à rede social, o que torna a brecha consideravelmente mais grave.

Diante desta situação, o Facebook também desativou o recurso “Ver Como” temporariamente para analisar melhor a vulnerabilidade. A empresa diz que, por estar em uma etapa inicial de investigação, não há como saber ainda se o roubo destes tokens permitiu que as contas atingidas fossem utilizadas para algum fim indevido, ou se as informações das vítimas foram acessadas. Da mesma, a empresa ainda não sabe apontar quem são os responsáveis pelo ataque.

30/03/2018

Samsung desenvolve bateria feita de grafeno que promete carga total em 12 minutos

A Samsung apresentou uma tecnologia capaz de criar baterias com 45% mais capacidade e cinco vezes mais velocidade de recarga que modelos tradicionais. Segundo a companhia, a invenção leva apenas 12 minutos para recarregar completamente. Atualmente, baterias de lítio presentes em smartphones precisam de, pelo menos, uma hora na tomada para recuperar a carga. A novidade poderá resultar em uma nova geração de celulares que duram mais tempo e recarregam rapidamente.

A bateria é construída com esferas feitas de grafeno (Graphene Balls), uma das formas cristalinas do carbono. Conhecido pela durabilidade e resistência, o material também é altamente condutor de eletricidade, capaz de mover elétrons 140 vezes mais rapidamente que o silício, usado em chips eletrônicos. Essa característica o torna uma das alternativas para criar baterias mais potentes em comparação com o lítio. No entanto, havia pouco avanço nesse sentido até então.


As esferas de grafeno da Samsung ainda permitem que a bateria suporte temperatura de até 60 graus Celsius sem apresentar queda de rendimento. Após 500 ciclos de recarga, o produto seria capaz de reter quase 80% da capacidade, especificação também superior a modelos comuns. Por isso, a tecnologia pode ter várias aplicações, de celulares a automóveis elétricos.

A invenção foi patenteada nos EUA e na Coreia do Sul. Por enquanto, não há previsão de lançamento das novas baterias no mercado.

Fonte: Techtudo

24/03/2018

R$ 235 bilhões: esse foi o valor de mercado que o Facebook perdeu em uma semana

O escândalo do vazamento e uso de dados para fins políticos fez com que o Facebook enfrentasse sua maior turbulência nos mercados desde julho de 2012. As ações da empresa registraram, no acumulado da semana, um tombo de 13,89%. Isso representa uma queda de US$ 74,6 bilhões em seu valor de mercado, ou R$ 235 bilhões, segundo dados da Bloomberg News — o equivalente a pouco mais de uma Vale, ou um Bradesco.

Só nesta última sexta-feira, os papéis perderam 3,34%. Para os investidores, o cofundador e diretor executivo da empresa, Mark Zuckerberg, não soube lidar com a crise. Ele só se manifestou cinco dias depois de reportagens do “New York Times” e do “Guardian” revelarem o uso de dados de 50 milhões de usuários do Facebook pela consultoria Cambridge Analytica (CA). O fato de ele ter pedido desculpas e prometido mudanças não foi considerado o bastante.

E o cerco dos governos ao Facebook está aumentando. Depois da Câmara dos Representantes, o Senado americano pediu oficialmente que Zuckerberg deponha no Congresso.

Novo conselheiro de Trump usou a Cambridge Analytica

Além disso, surgiram novas provas do envolvimento da consultoria Cambridge Analytica com política. O “NYT” revelou recentemente que um dos primeiros clientes da consultoria foi John Bolton, ex-embaixador de George W. Bush na ONU e recém-anunciado como o novo conselheiro de Segurança Nacional do governo do presidente Donald Trump — em cuja campanha foram usados os dados dos usuários do Facebook.


De acordo com a reportagem, o John Bolton Super PAC (Comitê de Ação Política) contratou a consultoria especificamente para desenvolver perfis psicológicos de eleitores com informações das respectivas contas no Facebook, informaram ex-funcionários e documentos da CA.

Criada em 2013 como subsidiária do grupo Strategic Communications Laboratories (SCL), a CA foi chamada pelo comitê de Bolton em agosto de 2014. O jornal indica que, nos dois anos seguintes, houve um investimento de quase US$ 1,2 milhão, primeiramente para “pesquisas de opinião”. No entanto, o contrato, obtido pelo “NYT” indica que o comitê estava pagando por “microdirecionamento comportamental com messagens psicográficas". Para isso, a CA teria usado dados do Facebook.

"Os dados e a modelagem que o PAC de Bolton recebeu vieram de dados do Facebook", afirmou Christopher Wylie, ex-funcionário da consultoria que denunciou o uso de dados pessoais sem autorização.

O “Guardian”, por sua vez, revelou que a CA mentiu às autoridades britânicas sobre seu envolvimento na campanha do Brexit. Brittany Kaiser, ex-diretora da consultoria, disse ao jornal britânico que a empresa teve “seis ou sete reuniões” com representantes do grupo Leave.EU. O diretor executivo da CA, Alexander Nix, havia negado qualquer serviço para a campanha do Brexit.

Segundo Kaiser, a CA teria preparado perfis psicológicos a partir de dados de eleitores fornecidos pelo Ukip, partido pró-Brexit.

Na última noite, autoridades britânicas vasculharam a sede da CA, em Londres.

Entenda um resumo de como foi esse escândalo


Fonte: Época

07/03/2018

iMac Pro começa a ser vendido no Brasil com um preço assassino: R$ 95 mil

O iMac Pro começou a ser vendido no Brasil. O computador superpoderoso da Apple está disponível em todas as opções de configuração, incluindo o top de linha. Com ficha técnica avançada a máquina sai por R$ 95.399, um dos computadores mais caros à venda no país. O modelo mais básico sai por R$ 37.999.

O iMac Pro foi anunciado durante a WWDC 2017 junto com a linha renovada de all-in-ones da Apple. Além da configuração parruda, o modelo teve toda a sua estrutura interna remodelada, para garantir a refrigeração dos componentes de alto desempenho - a promessa é de que dissipação seja até 80% mais eficiente do que a encontrada em iMacs antigos.


Outra novidade é o chip T2. O coprocessador, evolução do T1 encontrados nos MacBook Pros com Touch Bar, é responsável por gerenciar vários componentes, como o SSD, a câmera e o áudio. Com isso, o iMac Pro traz um novo tipo de criptografia que permite evitar o boot através de dispositivos externos, garantindo assim mais segurança.

O modelo mais avançado custa R$ 95.399 e tem processador Intel Xeon de até 18 núcleos, placa de vídeo Radeon Pro Vega 56 de 16 GB de memória e 4 TB de armazenamento interno.

Já o iMac Pro mais básico traz Intel Xeon de 8 núcleos, SSD de 1 TB de armazenamento e Radeon Pro Vega 56 de 8 GB de memória. O preço é R$ 37.999.

Junto com a máquina, a Apple também lançou uma linha de periféricos na cor cinza espacial. Cabo Lightining, Magic Trackpad 2, Magic Keyboard e Magic Mouse 2 estão combinando com o iMac Pro - apenas o mouse e o teclado vêm junto com o computador.

Os pedidos podem ser feitos no site oficial da Apple e a entrega pode chegar a um mês dependendo da configuração.

Fonte: Techtudo

09/02/2018

Facebook andou testando em segredo o botão de “dislike”

O Facebook sempre negou que criaria um botão contrário ao de “curtir”, ou seja, um “não curti”. Mesmo com a expansão para cinco reações, ocorrida em 2016, nada próximo ao “não curti” foi disponibilizado. Agora, porém, testes com um botão do tipo começaram nos Estados Unidos.

O experimento foi confirmado pelo Facebook ao blog de tecnologia TechCrunch. Ele está aparecendo para 5% dos usuários de Android nos Estados Unidos que usam o aplicativo no idioma inglês e apenas em comentários de páginas públicas. Nos posts, em perfis pessoais e grupos, não.

Para esse grupo e nessas páginas, a opção “Downvote”, algo como “rebaixar”, aparece ao lado das tradicionais “Curtir” e “Comentar”. Ela não tem um contador e, ao ser tocada, se expande para que o usuário explique por que está insatisfeito com o comentário atrelado ao botão. As opções são: Ofensivo, Incorreto e Fora do assunto.


O Facebook diz que se trata de um teste curto, que não afeta a posição do comentário, do post ou da página. Ele está sendo conduzido para aferir métricas ao Facebook, ou seja, nem o comentarista que recebe um “não curti” tem acesso a informações de uso dele. Segundo um porta-voz da empresa, é uma maneira leve que as pessoas estão tendo de oferecer sinais ao Facebook sobre comentários indevidos.

O teste se alinha à nova diretriz estabelecida por Mark Zuckerberg para o Facebook em 2018. Neste ano, a rede social dará um peso maior a “interações significativas”, o que, segundo analistas de mídias sociais, quer dizer mais conversas ricas nos comentários dos posts.

No último trimestre, mudanças no algoritmo do Facebook fizeram os mais de dois bilhões de usuários da rede, somados, diminuírem em 50 milhões de horas por dia, ou 5703 anos diários, o uso dela.

17/01/2018

Sony cria lente de contato que grava e projeta vídeos

Imagine se suas lentes de contato fossem pequenas câmeras que gravassem tudo que você vê e permitissem que você assistisse de novo as experiências que viveu. Com essa inspiração, que parece ter saído de um episódio de Black Mirror, a Sony criou uma patente de lentes de contato que gravam vídeos e são movidas a piscar de olhos. 

Além disso, segundo o Leisure Management, tal qual o episódio The entire history of you, da série britânica, o recurso também permitirá a projeção de imagens diretamente do olho, um diferencial para os projetos que estão sendo desenvolvidos pela própria Sony, além de Samsung e Google de câmeras embutidas em lentes de contato desde 2014 – cujos resultados ainda não têm previsão de chegar ao mercado.


Um componente importante dessa nova lente de contato é que a câmera “sabe” quando você está se você estiver piscando deliberadamente e não de forma natural e involuntária; é essa ação deliberada que a ativa. A lente grava as imagens em um dispositivo de armazenamento interno, o que significa um acesso mais fácil e mais rápido das gravações. 

A patente segue a tecnologia sofisticada de projetos anteriores da gigante tecnológica, que, de acordo com o site científico Futurism, utiliza sensores piezoeléctrico que convertem energia mecânica em energia elétrica. Os movimentos dos olhos são lidos por esses sensores para ativar a câmera ou as gravações.

A bateria será recarregada via indução eletromagnética, o que significa dizer que uma corrente elétrica será produzida por um condutor móvel através de um campo magnético. A lente também terá capacidade de ajustar-se aos olhos do usuário e utilizar o foco automático no caso de imagens embaçadas. No momento, a tecnologia é teórica e avançada, mas com a quantidade de companhias buscando desenvolver os dispositivos necessários para patentes similares, não deve demorar para que essas lentes se tornem realidade.

 
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